Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E, saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a Própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história. História que, nas palavras dirigidas ao leitor pela ceifadora de almas no início de A menina que roubava livros, é uma dentre a pequena legião que carrego, cada qual uma tentativa - uma tentativa que é um salto gigantesco - de me provar que você e a sua existência humana valem a pena.
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Olá pessoal! Agora trago o 2º livro da série de como desenhar aqui do Rocheda. "Fun with a pen" é um livro ótimo. Quem quer começar do conhecido "Basicão", recomendo este livro de Andrew Loomis. Ora, mas o que este tem de diferente dos demais? Simples, Andrew Loomis começa seus desenhos de formas simples e a medida que vamos lendo vamos passando a desenhos mais elaborados. "Fun with a pen" vai desde cartoons a desenhos ao estilo americano. Temos aqui e agora um excelente material e que ainda ensina de maneira bem inusitada.
Andrew Loomis - Fun with a pencil
Só mais uma coisa, qualquer pedido, sugestão agradecimento é só entrar em contato com o menu ao lado, ok? Valew pessoal.
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Indiano que 'faleceu' em 1976 cria a União dos Mortos-Vivos
Tio forjou atestado de óbito para ficar com a herança do humilde aldeão.
Golpe de declalar alguém morto para roubar seus bens é comum no país.
Do G1, em São Paulo, com informações da Reuters
Lal Bihari, um humilde aldeão do norte da Índia, decidiu criar a chamada União dos Mortos-Vivos, uma entidade cujo objetivo é defender os direitos das pessoas declaradas mortas - mas que continuam vivas.
Não é só nos cemitérios que estão os mortos da Índia
Ele não é biruta. Muitos indianos são declarados mortos por parentes inescrupulosos que tentam roubar seus bens ou eventuais heranças. Os golpistas contam com a ajuda de funcionários públicos corruptos.
Lal foi vítima desse trambique em 1976, quando seu pai morreu. Um tio declarou que Lal também estava morto e embolsou a herança. Quatro anos depois, Lal criou a União dos Mortos-Vivos para lutar pelos direitos de milhares de vítimas do golpe. Só em Uttar Pradesh seriam 3 mil casos, segundo ele. O governo diz que são 313.
O mais incrível é que Lal só conseguiu provar que estava vivo em 1994, 18 anos depois. Hoje ele está com 52 anos.
Nesse meio tempo, ele incluiu a palavra "Mritak" ("morto") a seu nome, pediu pensão por viuvez para a mulher, tentou seqüestrar um sobrinho para que as autoridades vissem que ele está vivo e concorreu nas eleições parlamentares de 1989 contra o então primeiro-ministro Rajiv Gandhi.
"Nem minha presença física na disputa eleitoral me ajudou a provar que eu estava vivo", diz ele, inconformado.
Fonte: www.g1.com.br
Por uma incrível coincidência, após ler "Eu sou a lenda", conheço esta revista que também trata de vampiros. Sair de um livro e entrar em uma revista com toda a "sede" de sangue...
Bem, revista muito boa. Nunca vi esse estilo de desenhos e cores em alguma outra. Pena que há momentos em que eu realmente não consigo entender coisa alguma do que o caro desenhista Ben Templesmith estava imaginando, mas acho que é isso que dá ao leitor aquela sensação angústia e tensão. O que é essencial! Tenha um bom suspense!
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O livro reúne histórias reais e os testemunhos de pessoas que transformaram profundamente suas vidas. Seja na saúde, nas finanças, nos relacionamentos, na erradicação das doenças, superação de obstáculos e na conquista de metas consideradas impossíveis.
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A Grande Matança - #3
A Dama de Vermelho - #4
Sem Perdão - #5
O Assassino Amarelo - #6
Perdida Sozinha e Mortal - #7
Noite da Vingança - #8
Sexo e Violência - #9
Apenas Outra Noite de Sábado - #10
Inferno - #11
Balas, Garotas e Bebidas - #12
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